Saúde feminina ~ o caminho do auto-conhecimento Especiais

Hoje (28 de Maio) assinala-se o Dia Internacional da Saúde Feminina (e no Brasil também o Dia Nacional de Redução da Mortalidade Materna)

Dizem que as mulheres são quem alimenta material e emocionalmente o mundo.

Nós sabemos, por experiência e costume, o que somos: uma fonte nutritiva e criadora vital para o resto dos seres. Não só porque nos identificamos com o processo de gestar, amamentar, parir, criar, mas porque, ainda que sejam distintas as nossas experiências de vida, formamos parte do mesmo tecido, histórico, de mulheres lutadoras. Lutadoras inatas contra a fome nas nossas casas, e no resto do mundo.
Dar e nutrir são, desde tempos remotos, acções quotidianas sempre presentes na nossa prática, por termos nascido mulheres.

Somos seres que cuidam.
Daí a importância de cuidarmos da nossa saúde feminina. Claro que esta vai muito além do campo físico, passando pelo sexual, emocional e psicológico. E é como uma rede em que tudo está interligado.

O nosso corpo físico, é nada mais nada menos que um espelho, e um excelente barómetro, do estado da nossa saúde interior.

A saúde interior é aquela que não se vê. É aquela com a qual nascemos, vinda já de uma hereditariedade feminina, que contém em si as experiências das vidas passadas.

Cabe-nos a nós, mulheres, hoje, nesta vida, iniciarmos o processo da observação de nós mesmas, levando à nossa cura, e em consequência à cura de toda a Humanidade.
Sim, tarefa sagrada.

Comecemos pela zona do nosso corpo, que simboliza a abundância, a capacidade de dar, de nutrir, e onde ainda tantas mulheres acumulam as suas repressões e a incapacidade de dizer que não ao outro.

As nossas mamas, situadas tão perto do chacra do coração, ou “an ajata” – o centro das emoções e circulação de energias – as nossas mamas carregam emoções.

Na medicina tradicional chinesa esta zona é considerada vital, e é necessário activar nela a energia o seu bem estar e essencial. Diz-se que quando o coração se carrega de emoções negativas é nas mamas que se acumulam a pena, a dor e as angústias.

Para todas as que não conheciam este poder e simbolismo desta zona este é o momento de começar a reconhecer a sua importância, a necessidade de dar, mas também de receber, carinho. É urgente começar a honrá-las, acariciá-las, amá-las tal como são e libertá-las também, de vez em quando, não só de mágoas mas de roupas (e do próprio soutien), deixando-as ao ar, ao sol ou na chuva.

Dentro das prácticas do Tao, promove-se a massagem das mamas para conseguir vitalidade, fortalecimento e prazer de muitos dos órgãos do nosso corpo, activando o Chi – “fluxo vital de energia ou força da vida”. A estimulação das mamas afecta também de forma especial a glândula pineal, pituitária e o timo.

Este exercício traz benefícios à nossa saúde, pois melhora a auto estima, a energia sexual, o ciclo menstrual, as hormonas e os meridianos do rim, entre outros.

Impossível não falar também na produção de leite e sua magia. É com o leite que se inicia a construcção de experiências vitais carregadas de afecto.

Olhar o espaço do corpo da mulher em toda a sua dimensão sagrada é também honrar todos os seus outros espaços, a cozinha, por exemplo.
A cozinha é um espaço de poder e autonomia, como a nossa pele, ventre e vulvas. A alimentação moderna, artificial, ácida e transgênica (aliás como a ginecologia oficial), em vez de nos fazer felizes e acompanhar o nosso desenvolvimento como corpos em constante mudança, rouba de nós a possibilidade de viver o nosso Eu em pleno, privando-nos do acesso verdadeiro ao nosso interior.

Quem somos, lá dentro?

Desde a nossa primeira menstruação que nos são oferecidas limitações, mascaradas de “opções”. Os pensos higiénicos são um exemplo disso, que só se podem usar uma vez, e que para além de tóxicos travam a possibilidade de conhecermos o nosso próprio sangue.

Tal como se a mama “não dá leite”, de imediato se oferece um substituto também aqui temos mais um exemplo de acção invasiva na mulher.

Não. Não precisamos de mais estratégias de diversão, queremos menos “ajudas”, “substitutos”, “disfarces”, para conseguirmos encontrar Mais… Amor.

São cuidados. Cuidados de mim para mim.

Este aprendizado pelo meu corpo, tal como a alimentação natural, o assumir da responsabilidade plena pela nossa sexualidade… são caminhos de Amor. Amor próprio e Amor colectivo, que nos aproxima de nós mesmas e nos devolve um limite perdido.
Amor que nos nutre de carícias.
Trata-se de um espaço que é necessário construir para o fortalecimento das relações humanas, para o reencontro de relações genuinamente nutritivas.

Eu agradeço todos os dias
porque a abundância
vive na gratidão
nenhum mal me pode passar
porque sou
filha das estrelas
da luz
das águas
das montanhas
sou filha da amor incondicional
eu amo-me
eu aceito-me
eu perdoo-me
eu mereço ser feliz.”

Útero – Origem da vida, segundo coração para a mulher, e a fonte que emana a nossa principal energia sexual, localiza-se internamente entre a púbis e o umbigo, onde ao mesmo tempo está o segundo chacra, “Swadisthana, que significa “a morada da força vital”.

O seu tamanho varia em cada mulher (correspondendo normalmente ao tamanho do nosso punho fechado), muda de posição e tamanho ao longo da nossa vida, e tem duas partes principais: corpo, e cólo; e duas capas: trompas e ovários.

O útero, esta preciosa morada da energia criadora vital, é muitas vezes esquecido no seu poder. E desrespeitado nas suas necessidades.
Muitas mulheres são desde pequenas ensinadas a sentar-nos com as pernas cruzadas, por exemplo, o que faz com que a energia e a circulação do sangue nesta zona não flua. Os conselhos e “ensinamentos” sobre “ser feminina” e “portar-se como uma senhora” criam o mesmo… quantas ouvimos na nossa vida os pedidos de “ficarmos quietas” e não fazermos “coisas de homens”?

“A recuperação do útero servirá para recuperar a consciência e vice versa.”
~ Casilda Rodriguez

Neste maravilhoso centro de criatividade, temos os nossos ovários.

Em 1870, o Dr. W W Bliss, descreveu os ovários como

“Se aceitarmos certas opiniões sobre o poder gigantesco corporal da mulher, se aceitarmos que são os agentes mais poderosos em todos os abalos do seu sistema, que neles se apoia a sua posição intelectual na sociedade, a sua perfeição física, e tudo o que proporciona beleza aqueles belos e delicados contornos que são objectos de constante admiração – tudo o que é grande, nobre e belo, tudo o que é sensual, suave e cativante, que são a sua fidelidade, a sua devoção, o seu eterno cuidado, intuição e todas aquelas qualidades, de espírito e de disposição que inspiram respeito e amor e a colocam como a melhor e conselheira e amiga do homem, originam-se nos ovários.”

 

A roda da vida – o nosso ciclo menstrual.

É urgente começarmos a respeitar este nosso momento de limpeza e de cura do nosso sistema reprodutor.
A emancipação da mulher na sociedade/ mundo profissional, pode tê-la elevado a vários níveis, mas decididamente que, noutros, a afastou da sua essência e da sua conexão. Fomos convencidas de que teríamos de ser sempre activas, productivas, lutadoras exímias pela igualdade em relação aos homens, sendo esse o único ou mais poderoso caminho para o nosso reconhecimento, depois de centenas de anos de opressão.
Mas não. Todo esse caminho, sem ser consciente, equilibrado, com observação e lealdade às vontades do nosso ciclo, só nos afastou de nós próprias.

Este é o momento, agora, em que podemos resgatar o direito a termos momentos de pausa na nossa vida física, sexual, profissional e social, sempre que menstruamos.
Sem medos, sem represálias, sem a preocupação de esta ser uma mudança que nos levará para o desconhecido e o desconforto do outro. Não. Estas acções são nada mais nada menos que o resgate da nossa energia.
Durante todo o nosso ciclo podemos observar-nos a nós mesmas como se fosse um ritual, pois na verdade é mesmo disso que se trata, somos cíclicas, sagradas, portadoras de energia criativa.

É nos ovários que se inicia um dos primeiros passos para o ciclo iniciático de uma fecundação, e quando esta não acontece, dá-se a menstruação.

A palavra ritual vem de “rtu”, termo do sânscrito que significa “menstruação”. Os primeiros sangramentos estavam relacionados com sangramento mensal das mulheres. Acreditava-se que o sangue do útero, nutria a criança ainda por nascer. O sangue possuía “maná” – o poder mágico. O sangramento periódico das mulheres era um acontecimento cósmico, como os ciclos da lua e a descida das marés. Com o tempo esquecemo-nos que as mulheres são o elo de ligação para o mistério sagrado da vida e da morte, num ciclo eterno de transformação.

E como a Natureza é perfeita, o nosso ciclo menstrual curiosamente, está relacionado directamente com o cheiro masculino.

Num estudo pormenorizado feito à influência do cheiro do homem no ritmo ovárico das mulheres, foi passado no lábio superior de mulheres o suor axilar de homens. Os resultados foram surpreendentes e perfeitamente comparáveis aos do estudo da sincronização menstrual das mulheres. Parece que o cheiro de um homem optimiza e regulariza a função ovárica, medida pela duração do ciclo menstrual. Mulheres com ciclos mais longos ou mais curtos do que 29.5 dias, acabaram com ciclos de duração aproximada ou exacta de 29.5 dias.

O efeito do cheiro de um homem no ritmo ovulatório é ainda importante do ponto de vista reprodutivo, porque a fertilidade feminina depende da duração do ciclo. A fertilidade por excelência está associada a ciclos menstruais de 29.5 dias mais três dias, enquanto que as mulheres estéreis tendem a ter ciclos mais curtos (de 26 dias ou menos), ou mais longos (de 33 dias ou mais). Esses ciclos de duração irregular têm uma maior probabilidade de serem anovulatórios (ou seja, sem libertação de óvulos). A ideia de que as mulheres têm mais probabilidade de ovular com homens por perto, e íntimos delas, faz muito sentido. Senão houver homem, para quê ovular e desperdiçar um óvulo ?

Outra incrível coincidência é a duração de 29.5 dias do ciclo de fertilidade de uma mulher que também é a duração de um ciclo lunar – o tempo que a Lua leva a mudar de Nova a Cheia e a voltar a Nova.

Mais curioso ainda é que as mulheres têm tendência em menstruar na Lua Cheia e a ovular na Nova, se estiverem na companhia de homens.
O celibato ou a companhia predominante de mulheres, leva a menstruação a coincidir com a lua nova e a ovulação na lua cheia. (E, curiosamente, o conselho secular e tradicional dos jardineiros é de que se deve semear entre o Quarto MInguante e a Lua Nova).

As mulheres que passam pelo menos quatro noites acompanhadas por um homem, num período de 40 dias, têm uma taxa de ovulação significativamente mais elevada que as que dormem sozinhas. Mulheres que dormem três ou mais vezes por semana com um homem notam uma tendência a ter ciclos menstruais mais curtos do que as que passam menos tempo com homens.

A vagina

Existem variados métodos para descrever e classificar a vagina. Os textos tântricos dividem a vagina em seis regiões governadas por diversas deusas hindus – Kali, Tara, Chinnamasta, Matangi, Lakshmi e Sodasi. Ao mesmo tempo, alguns textos orientais descrevem a zona inferior da vulva com quatro propriedades seguintes: “Primeiro, parece a ponta da tromba de um elefante; segundo, é torcida como as espirais de uma concha; terceiro, é fechada; quarto, abre-se e fecha-se como uma flor de lótus.

Há ainda a antiga arte chinesa – reflexologia – que diz: “O terço inferior da vagina e a sua abertura correspondem aos rins, o terço superior da câmara vaginal ao baço e pâncreas. O cérvix ou colo do útero ao coração e pulmões“. Esta forma de encarar a vagina também destaca a importância da estimulação de cada porção dos genitais femininos – desde os rins até ao coração e pulmões – superficial e profundamente, em círculos de lado a lado, para que a mulher fique plenamente satisfeita e cheia de energia sexual.

Agora, vamos falar de tão conceituada e controversa “peça” do nosso corpo – o clítoris.

Servirá o clitoris apenas para a reprodução?
O clitoris de uma mulher prepara os seus genitais para aceitarem o pênis dentro de si, em segurança. O do homem é extremamente sensível, pois sem essa condição não poderia ficar rijo o bastante para permitir uma penetração segura e não lesiva na vagina de uma mulher. Ou seja, os clitoris dos dois sexos preparam os seus genitais para a façanha – surpreendente aliás – de transferirem e aceitarem o esperma e espermatozóides, sem que ocorra a violência física ou infecção. Isto porque a relação sexual – o acto íntimo de envolver um orgão dentro um do outro – é na realidade, uma acção potencialmente arriscada e perigosa. Há muitos homens, e algumas mulheres, que não têm consciência da carga energética que eles, através da penetração, colocam dentro de nós.

Sempre que um homem entra dentro de nós, a aura dele, permanece no nosso útero por sete anos.

Ou seja, existe uma grande responsabilidade de ambas as partes neste sentido. Daí ser extremamente importante para nós sabermos quando e em que estado se encontra o nosso companheiro, para tomarmos a decisão relativamente a uma penetração. Mas existem tantas outras formas de fazer amor e ter prazer, e a nossa vulva, vagina e clítoris agradecem.

Para uma fêmea o clitoris é o guardião dos processos internos da vagina, uma sentinela permanente. Um verdadeiro anjo da guarda genital! Como sabemos, no caso de haver relação sexual sem excitação há dor, e é nessa lesão que as doenças sexualmente transmissíveis são passadas. Daí se a acreditar que em África, e outros lugares, o principal factor por haver elevadas taxas de percentagem de mulheres infectadas com o vírus HIV, serem as lesões vaginais consequentes de relações sexuais forçadas às mulheres, e também a falta de sensibilidade cultural no que toca ao prazer desta na relação sexual. Infecções com o HIV só ocorrem quando houver abrasões da membrana que reveste a vagina, que acontece apenas quando a mulher não está sexualmente excitada e lubrificada. Ou seja, sexo sem a erecção do clitoris. É isso que torna o clitoris feminino tão importante quanto o masculino para garantir uma reprodução bem sucedida.

Quando a relação sexual é prazerosa, o aumento do fluxo sanguíneo resultante da excitação do clítoris leva também a um aumento do fluxo sanguíneo da vagina e a sua expansão. Esse ingurgitamento vaginal causa o aparecimento de gotículas, chamadas de transudato, na superfície do revestimento mucoso da vagina. E esse aumento de lubrificação vaginal, resultante do aumento do fluxo sanguíneo (graças ao clitoris), significa um menor risco e danos ou lacerações do delicado revestimento da vagina durante uma relação sexual.

O clitoris encontra-se ainda ligada à uretra, e uma vez que acontece esse ingurgitamento clitoridiano, é efectuada uma pressáo na uretra, deixando-a bem fechada. Acredita-se que este movimento impeça a entrada de bactérias na uretra, o que pode causar infecções do tracto urinário ou da bexiga. Uma vez mais destaca-se o clitoris como tendo um papel protector e preparador.

Our Bodies, Ourselves – Global Institute ~ OBOGI, é um site fabuloso que oferece manuais de saúde e também informação em linha sobre investigação com evidência culturalmente apropriada sobre saúde sexual e reprodutiva para raparigas e mulheres de todo o mundo ~ aconselho!

Para criar maior consciência neste caminho da saúde feminina é necessário ganhar confiança e essa capacidade, naturalmente nossa, fluirá. O caminho para uma redução da taxa de mortalidade materna, que também se assinala hoje (28 de Maio) está interligado.

As áreas principais de intervenção para que efectivamente se reduza esta mortalidade são o direito ao aborto (legal e seguro), o abolir das esterilizações disfarçadas e forçadas, a educação no uso de contraceptivos e a abolição da violência obstetrícia.

Nós, habitantes deste corpo de mulher, escolhemos compreender por nossa própria experiência como funciona o nosso útero, hormonas e ciclo menstrual. E podemos a qualquer momento escolher que o seja por processos não manipulados. Sugere-se o auto exame da vulva, vagina, cérvix, útero e mamas. Um bom exercício é apontar tudo num calendário lunar e rever os apontamentos todos os meses. O objectivo é ganhar contacto com o nosso corpo e manter um registo permanente do estado da nossa saúde.

Estes apenas alguns passos que nos levam ao bem estar, como mulheres.
Para algumas de vocês pode parecer bastante complexo e até complicado. Mas saibam que é um micropasso numa grande caminhada para dentro de nós.

Lembrem-se, foi assim que fomos criadas,

complexas, cíclicas, transformadoras, emocionais, geradoras e criativas.

E sim, somos diferentes dos homens.
Deixemos de lutar por uma guerra de espada na mão, a tentarmos ser algo que não somos (senão não tínhamos sido criados com corpos diferentes), o segredo está no equilíbrio da nossa essência feminina com a energia masculina, que também temos dentro de nós. O caminho de cura e resolução com o masculino, passa muito mais do que por emancipações profissionais, sociais ou familiares. É um resgate sim, de nos fazermos ouvir e ser o que somos, mas nunca esquecendo que somos todos espelhos uns dos outros, e somos sempre (sempre ❤️) seres dotados de amor.

Este caminho, tão sagrado quanto transformador, é nada mais nada menos, que o de ouvirmos o nosso corpo e termos a vontade (a coragem, o atrevimento, a curiosidade, e a fé!) de mergulharmos nas profundezas do nosso espectacular Ser.

Só isto. E mais, o mais importante de tudo, a partilha do que sentimos, do que queremos, do que desejamos – dos medos, das dores, das angústias, das curas e das alegrias.
Vamos dar o primeiro passo juntas?
A partir do momento em que nos começamos a conectar connosco, vamos imediatamente passar esse legado às nossas filhas, amigas, a todas as pessoas ao nosso redor. E é aí que o equilíbrio global da saúde feminina começa.

Que sejamos prósperas, férteis e vindouras na essência de nós próprias.

“Sem um recipiente bem construído, não se pode produzir um verdadeiro desenvolvimento psicológico e espiritual, porque não existe um lugar seguro onde o colocar.”
~ Carol Pearson

“Onde há uma mulher, há magia.”

Com Gratidão a todas as mulheres e a todos os homens.

Fontes (Excertos usados)
Manual Introductorio a la Ginecologia Natural ~ Pabla Pérez San Martín;
A História da V ~ Catherine Blackledge;
Seu Sangue é Ouro, Resgatando O Poder da Menstruação ~ Lara Owen

#DiaInternacionalSaúdeFeminina #28Maio #Mulher #DiaNacionaldeReduçãodaMortalidadeMaterna

(imagens de Lieve Tobback)


Mulher, Amiga, Filha, Companheira, Cozinheira. Acredita que o Universo está dentro de cada um de nós, e que resgatando os rituais dos nossos ancestrais, seremos mais Unos com a nossa Grande Mãe Terra. A Joana , faz por isso um bocadinho todos os dias.

  • Mariana Neves

    Texto incrível e tão bem escrito, sentido, partilhado! Um recordar efusivo do quanto nós, mulheres, somos especiais e nos conseguimos compreender e escutar. Maravilhoso! Obrigada 🙂