Sexualidade Sagrada Ser Mãe sem o Ser

E tal como uma flor numa manhã de Primavera, desabrochei!

O dia em que iniciamos o nosso caminho na sexualidade marca um ponto de viragem na nossa vida: conhecemos o nosso corpo através de um novo olhar! Quando a menina mulher se permite tocar, já tem um conhecimento do seu corpo, de como ele reage ao toque e de como ele sente prazer. Porém, quando temos a primeira experiência sexual, acontece a descoberta do nosso corpo no outro; há a descoberta de sentirmos prazer com alguém.

Quando a Mulher está informada, este é um momento de enorme libertação; quando não está, a experiência pode ser confusa, principalmente dependendo do parceiro que ela “escolher”! É necessário vivermos e aceitarmos a sexualidade como algo mais do que físico e sim como algo espiritual. A união da energia feminina à masculina deve ser transcendental e não servir apenas para satisfazer uma necessidade momentânea.

Devemos permitir a união de duas almas que, num momento de plena presença e de entrega, se fundem numa só, se tornam no Todo conscientemente.

É importante falar aos jovens sobre isto, para que uma nova sociedade possa surgir: uma sociedade saudável e plena. Uma sociedade que respeita os outros Seres e que não vive agarrada a fanatismos e luxúrias.

Somos Seres espirituais e essa percepção deve estar presente em tudo o que fazemos. E sendo a sexualidade a única forma que temos para gerar nova vida humana, ela deve ser experienciada como ligação direta ao Divino – seja qual for a nossa religião ou as nossas crenças.

Há que curar os corpos violentados; há que curar as almas feridas!

Sejam!

 

Foto de Chanel Baran


Sou a Liliana, mas todos me conhecem por Lili. Sou dança, sou Sol, sou música... sou riso, sou lágrimas, estações... sou o dia, sou a noite... sou um eclipse de sentimentos e sensações. Filha da Terra, Mãe d'Água de Coração! ☼